Construindo um sonho: como a Petite Fleur encontrou na Jordão a vitrine que faltava para contar a sua história
Roberta começou fazendo docinhos por amor. Hoje, 14 anos depois, ela comanda uma das confeitarias mais admiradas do Brasil — e escolheu a Jordão para ser o rosto do seu primeiro café.
Tem histórias que começam em silêncio, numa cozinha, com as mãos na massa e nenhuma expectativa além do prazer de fazer algo bonito e gostoso. A história da Petite Fleur é assim. Roberta Zogbi não planejou montar uma empresa. Ela simplesmente começou a confeitaria como hobby, e o que aconteceu depois superou qualquer plano que ela pudesse ter feito.
Hoje, a Petite Fleur tem 14 anos de mercado, um time de 60 pessoas e doces espalhados por todos os estados do Brasil. O que nasceu com duas pessoas numa cozinha central cresceu até se tornar referência nacional em docinhos de casamento e sobremesas refinadas. A marca leva seus brigadeiros, bem-casados e criações autorais até casamentos no interior do Piauí, em resorts no Nordeste, em festas no Sul do país.
Mas crescer traz novos desafios, e um deles chegou com força neste ano.
Um café, um sonho, uma vitrine que precisava ser perfeita
A novidade que a Petite Fleur anunciou em 2025 foi a abertura do seu próprio café em São Paulo - SP: um espaço físico onde os clientes poderiam, finalmente, comprar os doces e sobremesas pessoalmente, sentar, provar, viver a experiência completa da marca.
Para Roberta, a decisão não era apenas comercial. Era estética. Era de identidade.
A Petite Fleur sempre vendeu uma experiência visual antes de vender um produto. Seus doces são elegantes, delicados, trabalhados. Fazem parte de momentos especiais — casamentos, aniversários, celebrações que pedem capricho. Então o espaço físico precisava comunicar exatamente isso: sofisticação acessível, design limpo, uma pegada europeia que ainda é rara no mercado brasileiro de confeitaria.
O problema? Encontrar a vitrine certa.
"A ideia era ter uma vitrine bem minimalista, bem moderna. E foi super difícil de achar."
Roberta procurou. Pesquisou. Visitou fornecedores. E boa parte do que encontrou estava aquém do que ela imaginava. O mercado nacional oferece opções, claro, mas poucas com aquele design clean, aquela leveza visual que ela tinha em mente. Algo que parecesse saído de uma pastelaria de Lisboa ou de uma boutique de doces em Paris.
A indicação que mudou tudo
Foi então que chegou a indicação da Jordão.
Roberta foi conhecer. Viu os produtos. E algo aconteceu, algo que todo empreendedor reconhece quando sente: aquela certeza imediata de que encontrou o que procurava.
"Recebi uma indicação da Jordão, fui conhecer, amei o produto."
A Jordão é uma fabricante portuguesa com décadas de história no desenvolvimento de equipamentos de refrigeração comercial. Mais do que gelar alimentos, seus expositores foram projetados para fazer o produto brilhar — para que uma sobremesa dentro de uma vitrine Jordão pareça ainda mais irresistível, ainda mais especial. É essa filosofia que move a marca: inovar no ponto de venda, desenvolver estética e impulsionar vendas.
E é exatamente o que Roberta precisava.
O design das vitrines Jordão tem aquela linguagem que ela buscava: linhas retas, acabamentos refinados, uma presença discreta que valoriza o que está dentro sem competir com ele. Minimalismo funcional. Elegância sem exagero.
"O que eu gosto dela é que ela tem um design super moderno, que é muito difícil de achar aqui no Brasil. A ideia era ter uma aparência um pouco mais europeia...”
Quando o equipamento faz parte da história
Existe uma diferença importante entre um equipamento que serve e um equipamento que integra. A vitrine Jordão, no café da Petite Fleur, não é apenas onde os doces ficam armazenados. Ela é parte da decoração. Parte da identidade visual do espaço. Parte da experiência que o cliente vai ter ao entrar, olhar e escolher o que levar.
Roberta organizou o espaço com cuidado: as sobremesas em um expositor, os docinhos em outro. A disposição é pensada. A apresentação é trabalhada. E a vitrine sustenta tudo isso com um visual que não destoaria numa confeitaria europeia.
"Para fazer parte da nossa história, a gente contou com as vitrines da Jordão."
Essa frase diz muito. Não é "a gente comprou uma vitrine da Jordão". É "contou com". A Jordão entrou na história da Petite Fleur como parceira — como um elemento que ajudou a construir algo maior do que apenas um ponto de venda.
O resultado que ficou exatamente como queriam
Depois de 14 anos crescendo nos bastidores, com uma cozinha central e operação logística para todo o Brasil, a Petite Fleur agora tem um rosto físico. Um lugar onde a marca acontece ao vivo, onde Roberta pode receber clientes e mostrar o trabalho que começou como um hobby e se tornou uma empresa de verdade.
A conclusão de Roberta sobre a parceria com a Jordão é simples e direta:
"A gente está muito feliz com o resultado, ficou bem como a gente queria."
Quando o produto certo encontra o empreendedor certo, o resultado não poderia ser diferente.
FAQ — Perguntas frequentes sobre vitrines para confeitaria
1. Qual é a melhor vitrine refrigerada para confeitaria e docerias? A melhor vitrine para confeitaria é aquela que combina refrigeração precisa com design que valorize o produto exposto. Equipamentos como os da Jordão oferecem expositores específicos para pastelaria e confeitaria, com design moderno e acabamentos que comunicam requinte — essencial para marcas que trabalham com doces premium e sobremesas artesanais.
2. Vitrines refrigeradas influenciam nas vendas da confeitaria? Sim, diretamente. Estudos do varejo alimentício mostram que a forma como um produto é exposto impacta a decisão de compra. Uma vitrine bem iluminada, limpa e esteticamente agradável aumenta o apelo visual dos produtos e pode elevar significativamente o ticket médio — especialmente em confeitarias e cafés onde a experiência sensorial é parte da proposta de valor.
3. Quais são as vantagens de escolher uma vitrine com design europeu para meu café ou confeitaria? O design europeu de expositores tende a ser mais minimalista, com linhas mais limpas e acabamentos sofisticados — o que se alinha bem com a estética contemporânea de cafés e confeitarias premium. No Brasil, esse tipo de equipamento ainda é mais raro, o que também ajuda a diferenciar o espaço e criar uma identidade visual única.
4. A Jordão atende confeitarias de pequeno e médio porte no Brasil? Sim. A Jordão oferece soluções para diferentes portes de operação, desde boutiques de doces e cafés até grandes redes. O portfólio inclui vitrines, expositores horizontais, armários refrigerados e outras soluções adaptáveis ao espaço e à necessidade de cada negócio. Para saber mais, acesse jordao.com/pt.
5. Como a escolha do expositor refrigerado impacta a identidade visual de uma confeitaria? O equipamento é parte da decoração — e muitas vezes é o primeiro elemento visual que o cliente nota ao entrar. Uma vitrine com design alinhado à identidade da marca reforça a percepção de qualidade, sofisticação e coerência estética. No caso da Petite Fleur, a vitrine Jordão foi escolhida justamente porque comunicava a mesma linguagem visual da marca: clean, moderna e com referência europeia.
6. Quais tipos de produtos podem ser expostos nas vitrines Jordão para confeitaria? As vitrines Jordão para padaria e pastelaria são indicadas para doces finos, bolos, tortas, docinhos, brigadeiros, sobremesas geladas, mousses e qualquer produto de confeitaria que precise de refrigeração adequada para conservação e apresentação. O controle de temperatura é preciso, garantindo a integridade do produto sem comprometer o apelo visual.